A Polícia Civil esclareceu o homicídio por disparo de arma de fogo, que vitimou um homem em situação de rua na noite de quarta-feira (09), no bairro Boa Esperança, em Cuiabá.
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O autor do disparo foi identificado em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e se apresentou no final da tarde desta quinta-feira (10), na unidade policial, na presença do seu advogado. Ele apresentou a arma de fogo e o veículo utilizado no momento do crime. Trata-se do procurador da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMMT), Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva. (Nota da ALMT no final da matéria)
Ele está sendo interrogado pelo delegado Edison Pick, que lavrará o flagrante pelo crime de homicídio qualificado pelo motivo fútil e cometido por meio de emboscada.
O crime que vitimou Ney Muller Alves Pereira ocorreu por volta das 21 horas, na Avenida Edgar Vieira, no bairro Boa Esperança. Segundo informações, o autor estava em um veículo Land Rover quando chamou a vítima, que, quando se aproximou, foi atingida pelo disparo. Após o crime, o autor fugiu do local.
Segundo informações preliminares, o crime teria sido motivado pelo fato da vítima ter danificado o carro do investigado.
Mais detalhes sobre as investigações serão passadas pelo delegado Edison Pick, na manhã de sexta-feira (11.4), no auditório da DHPP, após a lavratura do flagrante.
NOTA DA ALMT
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso lamenta profundamente a morte do cidadão Ney Muller Alves Pereira, 42 anos, ocorrida na noite de ontem (9), em Cuiabá, e informa que tomará todas as providências administrativas cabíveis em relação ao caso.
O servidor Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, se apresentou na tarde desta quinta-feira (10), na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.
“Ele se apresentou de forma voluntária e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso irá tomar todas as medidas administrativas necessárias. Todos têm direito a ampla defesa, mas não podemos aceitar, nem banalizar um tipo de crime como esse. Uma vida foi ceifada e não podemos admitir isso”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi.
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